Chão lavrado / Carlos Alberto Jales

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Hildeberto Barbosa Filho
Aqui, não procure, o leitor, malabarismos experimentais, ousadias linguísticas, sondagens espaço-visuais, sintaxe tipográfica, neologismos e desconstrução lexical que tanto atraem epígonos e diluidores das ilusões vanguardistas. Herdeiro, diria, do segundo modernismo, ou seja, dos modernistas modernos, como Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Cecília Meireles, Jorge de Lima, Mário Quintana, Augusto Frederico Schmidt e Henriqueta Lisboa, entre outros, Carlos Alberto Jales assume o lirismo reflexivo para representar os conteúdos da memória, do tempo, da infância, da maturidade, da palavra, da solidão, do silêncio e, nesta coletânea em especial, do mar e suas implicações simbólicas.

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Descrição

Hildeberto Barbosa Filho
Aqui, não procure, o leitor, malabarismos experimentais, ousadias linguísticas, sondagens espaço-visuais, sintaxe tipográfica, neologismos e desconstrução lexical que tanto atraem epígonos e diluidores das ilusões vanguardistas. Herdeiro, diria, do segundo modernismo, ou seja, dos modernistas modernos, como Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Cecília Meireles, Jorge de Lima, Mário Quintana, Augusto Frederico Schmidt e Henriqueta Lisboa, entre outros, Carlos Alberto Jales assume o lirismo reflexivo para representar os conteúdos da memória, do tempo, da infância, da maturidade, da palavra, da solidão, do silêncio e, nesta coletânea em especial, do mar e suas implicações simbólicas.