A Polícia Militar na Paraíba: da história de criação aos dilemas profissionais

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Nesse livro o leitor encontrará cenas, quadros de guerra subjetiva e traços que pretendem, consciente ou inconsciente-mente, apresentar a personificação, agora transfigurada em símbolos linguísticos do custo social e psicológico daqueles a quem constituímos como detentores legítimos do uso da violência. São mulheres, homens, crentes, amantes, poetas, racionais? não! São tudo isto e muito mais… Afinal, enquanto sociedade moderna entendemos e esperamos que esses sujeitos (forjados pela disciplina) sejam capazes de ir aonde nós os considerados de-e-para o bem não ousamos, desejamos estar. Que sejam esses sujeitos tão fortes que se apartem do senti-mento de medo e enfrentem os monstros que nós sociedade dita normal construímos nos nossos legais processos de desigualdade e extermínio social. Como diria Zaratustra, saiam das suas zonas de conforto, subam as montanhas, encarem os seus monstros internos e descubram? permitam-se enxergar aquilo que de tão próximo os cega.
Seriam as forças policiais (constituídas a priori de sujeitos inventados e requisitados pelo conjunto dos processos civilizatórios) apenas o sintoma de um paradigma de produção econômica equivocado?
As páginas que se seguem, se forem lidas e submetidas ao exercício heurístico podem nos auxiliar a nos vermos mais claramente e, olharmos por dentro o espectro dos nossos anseios por ordem social. Luziana Ramalho Ribeiro

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Descrição

Nesse livro o leitor encontrará cenas, quadros de guerra subjetiva e traços que pretendem, consciente ou inconsciente-mente, apresentar a personificação, agora transfigurada em símbolos linguísticos do custo social e psicológico daqueles a quem constituímos como detentores legítimos do uso da violência. São mulheres, homens, crentes, amantes, poetas, racionais? não! São tudo isto e muito mais… Afinal, enquanto sociedade moderna entendemos e esperamos que esses sujeitos (forjados pela disciplina) sejam capazes de ir aonde nós os considerados de-e-para o bem não ousamos, desejamos estar. Que sejam esses sujeitos tão fortes que se apartem do senti-mento de medo e enfrentem os monstros que nós sociedade dita normal construímos nos nossos legais processos de desigualdade e extermínio social. Como diria Zaratustra, saiam das suas zonas de conforto, subam as montanhas, encarem os seus monstros internos e descubram? permitam-se enxergar aquilo que de tão próximo os cega.
Seriam as forças policiais (constituídas a priori de sujeitos inventados e requisitados pelo conjunto dos processos civilizatórios) apenas o sintoma de um paradigma de produção econômica equivocado?
As páginas que se seguem, se forem lidas e submetidas ao exercício heurístico podem nos auxiliar a nos vermos mais claramente e, olharmos por dentro o espectro dos nossos anseios por ordem social. Luziana Ramalho Ribeiro