Descrição
Neste livro de Fernando Luís, sentimos essa
dimensão “imaginal” do passeio que a crônica é
capaz de fazer com o leitor pelos diversos
imaginários do autor. “Imaginal”, porque se traduz
em texto simples sem ser simplificado. Porque o
simples aqui, nestas narrativas, é da ordem da
Complexidade de Edgar Morin, ou seja, aquilo que
une, conecta, tensiona as formas sociais para que eles
demonstrem suas autonomias estéticas.





