EDUCAÇÃO, INTERDISCIPLINARIDADE E INTERCULTURALIDADE: Múltiplos olhares sobre a educação no município de Grajaú-MA / Sandra Maria Barros Alves, Juliana Noronha Fonseca – Organizadoras

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Ao completar 15 anos, a UFMA Grajaú não apenas se consolida no mapa educacional da região Centro-Sul Maranhense, como demonstra, através desta coletânea, a maturidade de quem sabe ouvir o seu território. O que o leitor encontrará nestas páginas é o resultado de uma universidade que rompeu os muros institucionais para se enraizar na realidade das pessoas. É uma obra que respira a nossa identidade, provando que a ciência feita aqui tem rosto, tem cor e tem endereço.
Sinto um orgulho imenso ao perceber como os autores mergulharam nas profundezas de nossa cultura. É emocionante ver o resgate das memórias do Povoado Flores, onde a escola nasceu da resistência e da determinação comunitária, dialogando com a força da Pedagogia da Alternância e os projetos de vida dos jovens da Escola Família Agrícola. Da mesma forma, meu coração se enche de esperança ao ler sobre o respeito sagrado aos saberes tradicionais, materializado na construção de Cadernos Pedagógicos para os territórios Tentehar e na defesa científica e intransigente contra o desmatamento na Terra Indígena Bacurizinho. A universidade cumpre, assim, seu papel ético de guardiã e parceira dos povos originários.
Égila Maria Santos Assunção

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Ao completar 15 anos, a UFMA Grajaú não apenas se consolida no mapa educacional da região Centro-Sul Maranhense, como demonstra, através desta coletânea, a maturidade de quem sabe ouvir o seu território. O que o leitor encontrará nestas páginas é o resultado de uma universidade que rompeu os muros institucionais para se enraizar na realidade das pessoas. É uma obra que respira a nossa identidade, provando que a ciência feita aqui tem rosto, tem cor e tem endereço.
Sinto um orgulho imenso ao perceber como os autores mergulharam nas profundezas de nossa cultura. É emocionante ver o resgate das memórias do Povoado Flores, onde a escola nasceu da resistência e da determinação comunitária, dialogando com a força da Pedagogia da Alternância e os projetos de vida dos jovens da Escola Família Agrícola. Da mesma forma, meu coração se enche de esperança ao ler sobre o respeito sagrado aos saberes tradicionais, materializado na construção de Cadernos Pedagógicos para os territórios Tentehar e na defesa científica e intransigente contra o desmatamento na Terra Indígena Bacurizinho. A universidade cumpre, assim, seu papel ético de guardiã e parceira dos povos originários.
Égila Maria Santos Assunção