PENSAMENTOS VADIOS – Maria das Neves Franca

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Abusando da faculdade de ser generosa, a professora, filósofa e escritora Maria das Neves Franca insiste em me atribuir o mérito de uma influência determinante na decisão de tornar públicos seus escritos.
Mais que isso, requisita, com vigoroso poder de argumentação, a minha presença, em letra de forma, no livro “Pensamentos Vadios” que demarca o seu ingresso, definitivo e promissor, digo eu, no circuito editorial.
A professora Nevita Franca é detentora do reconhecimento de seu vastíssimo cabedal de erudição pelos mais legítimos e autorizados representantes das comunidades acadêmica e cultural de um modo geral, que avaliaram e enalteceram a sua obra.
Com que autoridade alguém que consagrou a vida inteira a remendar esqueletos a golpes de martelos e cortes de formões ou fixar fragmentos ósseos diastásticos à custa de placas e parafusos, opinar sobre o que transborda da mente e do coração de uma terapeuta da alma, niveladora das alternâncias dos sentimentos?
Seria o mesmo que pretender de Hildeberto Barbosa ou Sérgio de Castro Pinto um resultado satisfatório na redução de uma fratura.
Mal sucedido nas sucessivas tentativas de demonstrar a inadequação do meu nome à honraria com que fui distinguido pela Autora, compareço para dizer que apenas fui veemente na obviedade do desperdício que representava o inexplicável e absurdo ineditismo de seus escritos.
Que venham as “Cartas de Berlim”.
Como na canção de Alceu Valença:
Eu já escuto os teus sinais.

José Juvêncio de Almeida Filho
Médico Ortopedista
Escritor e Jornalista

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Descrição

Abusando da faculdade de ser generosa, a professora, filósofa e escritora Maria das Neves Franca insiste em me atribuir o mérito de uma influência determinante na decisão de tornar públicos seus escritos.
Mais que isso, requisita, com vigoroso poder de argumentação, a minha presença, em letra de forma, no livro “Pensamentos Vadios” que demarca o seu ingresso, definitivo e promissor, digo eu, no circuito editorial.
A professora Nevita Franca é detentora do reconhecimento de seu vastíssimo cabedal de erudição pelos mais legítimos e autorizados representantes das comunidades acadêmica e cultural de um modo geral, que avaliaram e enalteceram a sua obra.
Com que autoridade alguém que consagrou a vida inteira a remendar esqueletos a golpes de martelos e cortes de formões ou fixar fragmentos ósseos diastásticos à custa de placas e parafusos, opinar sobre o que transborda da mente e do coração de uma terapeuta da alma, niveladora das alternâncias dos sentimentos?
Seria o mesmo que pretender de Hildeberto Barbosa ou Sérgio de Castro Pinto um resultado satisfatório na redução de uma fratura.
Mal sucedido nas sucessivas tentativas de demonstrar a inadequação do meu nome à honraria com que fui distinguido pela Autora, compareço para dizer que apenas fui veemente na obviedade do desperdício que representava o inexplicável e absurdo ineditismo de seus escritos.
Que venham as “Cartas de Berlim”.
Como na canção de Alceu Valença:
Eu já escuto os teus sinais.

José Juvêncio de Almeida Filho
Médico Ortopedista
Escritor e Jornalista