Descrição
“Durval Leal Filho acaba de me surpreender — surpreender mesmo! —
com os originais de seu belíssimo livro de arte: Rendas do Cariri – No
horizonte, NÓS: maravilhoso, primoroso texto, tão minucioso quão rico,
sensível, fascinante, um bordado de informação e beleza. As histórias
da arte sempre me deslumbraram pela maestria… literária, mas não
esperava deparar-me com uma — aqui, na Paraíba — sobre um tema
tão… inusitado, apresentado com tanto refinamento.”
W. J. Solha
“Ao ler este livro revelador, corri para rever um casaco de renda
renascença feito pelas mãos das rendeiras do Cariri […], saudosa desse
milagre aos olhos, que este texto evoca. Nele, reencontramos o mundo
das rendeiras: nos entrelaços das rendas, nos caminhos trilhados por
linhas e agulhas, numa travessia que nos reconecta a uma parte essencial
da nossa história. Com sensibilidade e profundidade, Durval Leal Filho
nos guia por um território de delicadeza, saber e resistência.”
Silvia Sasaoka
“Acompanhar o Durval pensando este livro foi uma deliciosa aventura
contra a imensidão de ignorâncias que tanto travam este país. Ainda
sabemos muito pouco e, por isso, importa que haja pessoas como ele
nos trazendo lindezas como a deste livro, com tantos saberes. Conversar
com ele é conectar coisas, ideias, histórias, saberes, lugares… E aqui,
vocês terão adiante um tanto dessa delícia de olhar-pensar-fazer. Neste
livro, Durval interliga esses muitos mundos e, assim, nos conduz e
aclara para pormenores que não podemos esquecer, se pretendemos
ser brasileiros mais inteiros.”
Pôla Pazzanese
“Este livro é mais que uma obra: é uma ode ao humano e à inteligência
do fazer com as mãos. Celebra a força dos saberes tradicionais que
entrelaçam passado e presente, afirmando-se como um grito de
resistência. Ou se respeita esse ofício coletivo, ou se ignora a alma viva
de um território. Instigante, cativante, necessário, ele nos desafia a
enxergar com o coração. Se, ao virar suas páginas, alguém não se
comover com tamanha beleza, com a força da identidade e com a
dignidade de quem resiste pelo fio… então é porque já perdeu o fio da
própria sensibilidade.”
Nahya Caju





