UM HOMEM EM DEFESA DO NORDESTE – Eduardo Jorge Lira Bonates

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MAIS SOBRE ESTE LIVRO E SEU AUTOR

“[…] É este o Plínio Lemos que, a modo de trailer, aparece no longa-metragem que vem de 1930 até 1978, quando, numa terceira suplência, resigna ao que já tinha sido na vida pública. Resolve ser avô, cuidar dos netos, tê-los como a principal companhia, longe de imaginar que um deles poderia trazê-lo de volta.
É o que faz o professor Eduardo Jorge Lira Bonates, engenheiro de minas, dedicado à docência em Universidades do Brasil e do Exterior, pedindo a Deus encontrar tempo para se dedicar de corpo e alma, ‘como foi sempre o meu desejo, a esta apaixonante tarefa: retratar fielmente a vida de um homem público que somente honrou as tradições de luta desse bravo e sofredor povo nordestino’.
Plínio, de fato, influiu decisivamente no ânimo do menino arredio aos estudos ou do moço de muitas opções e sem nenhuma vocação. E é com os olhos sempre atentos do menino, do moço, que vamos acompanhar a vida particular, íntima mesmo, de um típico homem público.
Não apenas a vida de Plínio, mas de toda uma base familiar que envolve os Almeida, os Leal, os Lemos, os Vasconcelos, nomes e sobrenomes que estruturaram a Cultura, a Política e a História de Areia. E da Paraíba.
Há uma visão da intimidade de José Américo de Almeida que, salvo ele próprio, nas memórias, ninguém devassou.”

GONZAGA RODRIGUES,
no Prefácio da obra.

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Descrição

MAIS SOBRE ESTE LIVRO E SEU AUTOR

“[…] É este o Plínio Lemos que, a modo de trailer, aparece no longa-metragem que vem de 1930 até 1978, quando, numa terceira suplência, resigna ao que já tinha sido na vida pública. Resolve ser avô, cuidar dos netos, tê-los como a principal companhia, longe de imaginar que um deles poderia trazê-lo de volta.
É o que faz o professor Eduardo Jorge Lira Bonates, engenheiro de minas, dedicado à docência em Universidades do Brasil e do Exterior, pedindo a Deus encontrar tempo para se dedicar de corpo e alma, ‘como foi sempre o meu desejo, a esta apaixonante tarefa: retratar fielmente a vida de um homem público que somente honrou as tradições de luta desse bravo e sofredor povo nordestino’.
Plínio, de fato, influiu decisivamente no ânimo do menino arredio aos estudos ou do moço de muitas opções e sem nenhuma vocação. E é com os olhos sempre atentos do menino, do moço, que vamos acompanhar a vida particular, íntima mesmo, de um típico homem público.
Não apenas a vida de Plínio, mas de toda uma base familiar que envolve os Almeida, os Leal, os Lemos, os Vasconcelos, nomes e sobrenomes que estruturaram a Cultura, a Política e a História de Areia. E da Paraíba.
Há uma visão da intimidade de José Américo de Almeida que, salvo ele próprio, nas memórias, ninguém devassou.”

GONZAGA RODRIGUES,
no Prefácio da obra.