Protagonismo juvenil em casas de acolhimento: a ciência/experiência que provém da extensão universitária

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Os dezoito trabalhos de pesquisa, aqui reunidos, são como presentes significativos nas comemorações pelos trinta anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (1990-2020). Em seus mais de 500 anos de história, o Brasil ainda possui uma grande dívida para com suas crianças e adolescentes. A meninada e suas famílias continuam sendo atacadas em seus direitos, sobretudo ao acesso e permanência na escola pública e na universidade. Nesse sentido, as Casas de Acolhimento têm cumprido um significativo papel sócio-educativo; não unicamente pelo oferecimento de um atendimento socioeducativo. A partir do momento em que estudantes universitários/as das áreas de ciências humanas, ciências aplicadas, ciências da saúde e ciências da natureza, decidem compartilhar suas vidas com essas crianças e adolescentes, um inovador processo sócio pedagógico é forjado com as crianças e adolescentes e não unicamente para eles. É sem dúvida um momento de alargamento da Pedagogia do Oprimido lançada ao mundo em finais da década de 60. “Aos esfarrapados do mundo e aos que neles se descobrem e, assim descobrindo-se, com eles sofrem, mas, sobretudo, com eles lutam” (Paulo Freire – Pedagogia do Oprimido).
Alexandre Magno Tavares da Silva

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Os dezoito trabalhos de pesquisa, aqui reunidos, são como presentes significativos nas comemorações pelos trinta anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (1990-2020). Em seus mais de 500 anos de história, o Brasil ainda possui uma grande dívida para com suas crianças e adolescentes. A meninada e suas famílias continuam sendo atacadas em seus direitos, sobretudo ao acesso e permanência na escola pública e na universidade. Nesse sentido, as Casas de Acolhimento têm cumprido um significativo papel sócio-educativo; não unicamente pelo oferecimento de um atendimento socioeducativo. A partir do momento em que estudantes universitários/as das áreas de ciências humanas, ciências aplicadas, ciências da saúde e ciências da natureza, decidem compartilhar suas vidas com essas crianças e adolescentes, um inovador processo sócio pedagógico é forjado com as crianças e adolescentes e não unicamente para eles. É sem dúvida um momento de alargamento da Pedagogia do Oprimido lançada ao mundo em finais da década de 60. “Aos esfarrapados do mundo e aos que neles se descobrem e, assim descobrindo-se, com eles sofrem, mas, sobretudo, com eles lutam” (Paulo Freire – Pedagogia do Oprimido).
Alexandre Magno Tavares da Silva